Células embrionárias: que a esperança vença Qua, 5 de Mar de 2008 12:43 pm 1339 - Rádio Viomundo! Petição pró-células-tronco embrionárias Rede Internacional BECE-REBIA Rede Brasileira de Informação Ambiental "....A pesquisadora também fez um alerta aos jornalistas: em recente edição do Jornal Nacional, uma pessoa que se apresentou como cientista - e cuja entrevista foi usada como contraponto às declarações de Mayana - na verdade nunca publicou um artigo científico sobre o assunto em revista de prestígio.
"É só usar a internet", disse Mayana, o que permitiria checar o currículo do entrevistado - o que aparentemente o Jornal Nacional não fez. Mayana Zatz explicou porque é importante fazer pesquisas não só com células-tronco adultas, mas também com as embrionárias. .." Doutoras e doutores,
Chegou o grande dia. O Supremo Tribunal Federal (STF) decide, nesta quarta, dia 5, se libera ou rejeita as pesquisas com células-tronco embrionárias.
Há alguns meses mandei-lhes a petição Pró-células-tronco embrionárias, pelo direito à liberdade de pesquisa, ao progresso dos tratamentos e à esperança de cura. Segunda-feira, dia 3, ela foi protocolada no STF.
Nesse período, a petição saiu da área de profissionais de saúde e avançou por quase todos os segmentos da sociedade brasileira. Foi tema recorrente de debates da premiada rede internacional de informação ambiental Bece-Rebia. Ganhou apoio inestimável do site Viomundo, do jornalista Luiz Carlos Azenha.
Ele foi o primeiro a divulgá-la e teve papel fundamental na sua disseminação, como poderão atestar nos boletins da Bece-Rebia.
Pois bem, hoje estou aqui para agradecer o apoio. Conseguimos mais de 42 mil assinaturas. Se alguma ou algum de vocês não teve tempo de assinar e concorda com esta causa, faça-o agora. O link está no blog Vi o Mundo com o artigo: Pesquisa com células embrionárias não é incentivo ao aborto; assine a petição.
É por todos nós e pelas futuras gerações. Obrigada.
Um abraço a todas e todas,
________________________________________________________________ MAYANA ZATZ DIZ QUE SE BRASIL NÃO PESQUISAR VAI SER IMPORTADOR DE CIÊNCIA Atualizado em 04 de março de 2008 às 15:26 | Publicado em 02 de março de 2008 às 19:06
Na próxima quarta-feira o Supremo Tribunal Federal deve decidir o destino da Lei da Biossegurança, que foi aprovada pelo Congresso, sancionada pelo presidente da República mas está suspensa por ação de inconstitucionalida de interposta pelo ex-procurador- geral da Justiça, Claudio Fonteles.
A aprovação da lei permitirá que cientistas brasileiros façam pesquisas com células-tronco embrionárias sob certas condições: desde que os embriões estejam congelados há mais de três anos em laboratórios de reprodução assistida e que sejam cedidos com autorização do casal responsável pelos embriões.
A Igreja Católica se opõe, uma vez que considera que a vida começa na concepção. A geneticista Mayana Zatz argumenta que, mesmo que a lei for derrubada, muitos embriões que poderiam ajudar a Ciência continuarão sendo descartados pelos pais.
A pesquisadora também fez um alerta aos jornalistas: em recente edição do Jornal Nacional, uma pessoa que se apresentou como cientista - e cuja entrevista foi usada como contraponto às declarações de Mayana - na verdade nunca publicou um artigo científico sobre o assunto em revista de prestígio.
"É só usar a internet", disse Mayana, o que permitiria checar o currículo do entrevistado - o que aparentemente o Jornal Nacional não fez. Mayana Zatz explicou porque é importante fazer pesquisas não só com células-tronco adultas, mas também com as embrionárias.
Usou uma analogia: a célula-tronco embrionária é como um tecido novo, mais "maleável" e "adaptável".
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JOÃO FERNANDES: MERCADO NEGRO DE EMBRIÕES É FANTASIA Atualizado em 28 de fevereiro de 2008 às 14:06 | Publicado em 28 de fevereiro de 2008 às 13:35
João Pacheco Fernandes quer voltar a andar. Há oito anos, quando saía do mar no litoral de São Paulo, decidiu dar um último mergulho. Foi levado por uma onda, bateu a cabeça no chão e ficou tetraplégico. Mas o João é de luta. Hoje é ativista em defesa das pesquisas com células-tronco embrionárias.
É importante fazer a distinção: as células-tronco adultas existem na própria medula óssea das pessoas. Já existem tratamentos experimentais com elas. O paciente toma uma droga para acelerar a produção das células, o sangue é recolhido, centrifugado e o "concentrado" de células-tronco resultante é aplicado diretamente na região que se pretende regenerar. Já houve bons resultados experimentais no tratamento do coração, por exemplo.
EM NENHUM LUGAR DO MUNDO EXISTEM TRATAMENTOS OFICIALMENTE APROVADOS COM CÉLULAS-TRONCO, SEJAM EMBRIONÁRIAS OU ADULTAS.
Por enquanto, esses tratamentos são parte de estudos científicos. Os pesquisadores acreditam que melhores resultados poderiam ser obtidos com pesquisas envolvendo células-tronco embrionárias, recolhidas de embriões humanos. Entre outros motivos, porque são células mais novas e, portanto, teoricamente mais maleáveis para assumir novas funções no organismo.
O objetivo de longo prazo é permitir que tetraplégicos voltem a andar, é combater as doenças degenerativas, quem sabe até regenerar tecidos do cérebro. As pesquisas foram autorizadas no Brasil pela Lei da Biossegurança. Ela foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Lula. Nesse caso, faça-se justiça: a bancada da igreja Universal votou a favor. Mas a Igreja Católica se opõe.
O ex-procurador geral da Justiça, Cláudio Fonteles, entrou com uma ação de inconstitucionalida de no Supremo Tribunal Federal. A decisão final do STF pode ser tomada na semana que vem. A Campanha da Fraternidade da Igreja Católica, este ano, é voltada para o combate ao aborto. Os católicos consideram que os embriões não devem ser usados em pesquisas, que cada um deles representa uma vida.
Argumentam que a lei criará um "mercado negro" de embriões, ou seja, casais estocariam embriões em clínicas de fertilidade para vender a pesquisadores no futuro. Porém, a lei brasileira prevê: só poderão ser usados em pesquisas embriões que estiverem há mais de três anos congelados e, ainda assim, só com o consentimento por escrito do casal responsável. Hoje, depois que conseguem a reprodução assistida, muitos casais optam por descartar os embriões que "sobraram". Nesse caso, esses casais são "assassinos" de embriões? Se os embriões vão para o lixo, não poderiam ser usados em pesquisas? O João acha que os embriões descartados deveriam ser destinados à pesquisa. E você?
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RECO-SIMAAS Red de Cooperación Comunitaria Brasil - América Área Sur
RECO-SIMAAS se crea en Rio de Janeiro con la firma del Protocolo de Niteroi (11/10/2006) entre las instituciones Proyecto BECE (Bolsa Brasileira de Commodities Ambientais, coordinada por Amyra El Khalili), la REBIA (Rede Brasileira de Informação Ambiental, coordinada por el periodista Vilmar Berna), PRIMA (Projeto de Reflorestamento de Mata Atlántica e Sustentabilidade) y el SIMAAS (Sistema de Integración Municipal América Área Sur).
Este proceso articula por un lado el Proyecto RECOs, que tiene como objetivos el intercambio de experiencias, la promoción y fomento de la producción de bienes y servicios de las comunidades regionales. RECOs atiende las reivindicaciones de la Agenda 21 - Piense Globalmente y Actúe Localmente, con la implantación de la responsabilidad social empresarial, comercio justo y sustentabilidad en diversos programas educacionales.
El Proyecto RECOs tiene sus antecedentes en el "Movimiento Mujeres por la P@Z!", fundado por la economista Amyra El Khalili quién coordina una red formada con la participación de conferencistas y periodistas para la cobertura on line de los debates de las redes de cooperación comunitarias, para que ellos sean divulgados en otros medios. Esta es una red diferente y muy peculiar. A través de ella, varios conocimientos, ideas y contribuciones son graciosamente transmitidas por Internet. Esta iniciativa que surge desde Brasil tiene como principal objetivo llevar mensajes desde América Latina y el Caribe al mundo, mensajes de sus regiones y sus experiencias, mezclando conocimientos relacionados con el desarrollo sustentable del ser humano, del medio ambiente y de la humanidad. Son diversificadas visiones de un mismo o varios asuntos, que se completan y contribuyen para disminuir las desigualdades y tornar la vida menos injusta en nuestro planeta.
En este contexto, los Núcleos de Estudios del Proyecto BECE creados por Amyra tienen por objetivos y funciones un foro de alto nivel estratégico, de carácter multi e interdisciplinario que se propone voluntariamente a contribuir en la medida de las posibilidades y responsabilidades de cada uno, a la producción de documentos, esclarecimientos, orientaciones, reflexiones, bibliografías, etc., asumiendo la lista nucleosbece - como la principal sala de reunión y punto de encuentro del Proyecto BECE y la Red BECE-REBIA. Su meta es contribuir con el desarrollo ambientalmente sustentable, socialmente justo y viable económicamente en la Región. Busca estimular y estructurar mercados de "commodities ambientales" y "space commodities" para ser controlados por la sociedad a través de Foros del Proyecto BECE y basados en la democratizació n de la información a través de la reunión de productores y difusores de información interesados en una economía más solidaria, ética y comprometida con las actuales y futuras generaciones.
Por su parte, el SIMAAS es un proceso paralelo impulsado desde Rio de Janeiro (1997) por la Prefeitura Municipal de Niterói. SIMAAS es un sistema público no estatal de cooperación intermunicipal, en el ámbito de la Comunidad Sudamericana de Naciones, que promueve una nueva institucionalidad participativa y un asociativismo regional con base en elementos agregadores, en especial las cuencas hidrográficas, la integración transversal y transfronteriza, con el objetivo de facilitar la implantación de las Agendas 21 Locales en esos municipios y el alcance de los Objetivos de Deasarrollo del Milenio de las Naciones Unidas.
Con la firma del Protocolo de Niterói, a partir del 11 de octubre de 2006 las instituciones de RECO-SIMAAS multiplicarán su esfuerzo por el continente y la información obtenida será patrimonio de cada comunidad latinoamericana.
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ESCLARECIMENTOS IMPORTANTES SOBRE AS ATIVIDADES DA PARCERIA BECE-REBIA
1.O trabalho de orientação aos participantes da Rede BECE REBIA é voluntário, sem nenhuma cobrança ou remuneração, cujo atendimento se dá exclusivamente via internet. 2. Não fazemos consultoria, nem autorizamos ou credenciamos profissionais a oferecer qualquer tipo de serviço em nosso nome. 3. Não somos entidade certificadora de responsabilidade e/ou manejos sócio-ambiental e somente fornecemos "selos commodities ambientais" perante os Fóruns Regionais BECE-REBIA. 4. Não permitimos que nenhuma empresa, membro (associado ou não) ou qualquer outra entidade utilize a logomarca da OSC CTA, OSC REBIA e Projeto BECE sem o nosso consentimento prévio e expressa autorização por escrito.
5. Autorizamos a utilização dos boletins desde que citadas todas as fontes, principalmente a "Rede BECE REBIA" Em caso de dúvidas e sobre nossas parcerias, por favor, consulte o site do Portal do Meio Ambiente: www.portaldomeioamb iente.org. br
"Quando meu amigo ri, é a ele que pertence me dizer o motivo de sua alegria; quando chora, pertence a mim descobrir o motivo de seu desgosto." Nesmakis
Reflexão em: http://www.reforme. com.br/kitnet
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